Kendrick Lamar causa agitação em Minneapolis com a introdução ao vivo de “Not Like Us”
A Grand National Tour de Kendrick Lamar continua a ser notícia, não só pela sua música, mas pelo talento dramático e pela criatividade aguçada que traz para o palco. Durante a sua paragem em Minneapolis, o rapper vencedor do Prémio Pulitzer surpreendeu a multidão com um momento inesquecível que misturou arte performativa, humor e pura paixão lírica.
Enquanto a arena escurecia e a multidão vibrava de expectativa, Kendrick apareceu em palco, mas não da forma que os fãs esperavam. Em vez de começar diretamente com um dos seus êxitos, abriu o espetáculo com um sketch elaborado, ao estilo de um depoimento cool. Uma voz off — fazendo-se passar por um advogado implacável — começou a interrogar Kendrick num tom cheio de sarcasmo e suspeita.
As perguntas surgiram rápidas e incisivas: “Sr. Lamar, lembra-se da data de 28 de junho?” “É verdade que disseste, e passo a citar, ‘Eu sou o rei desta m*rda’?” A multidão, confusa e intrigada, ouviu atentamente. Kendrick entrou na brincadeira, abanando a cabeça em silêncio, braços cruzados e rosto ilegível.
Então, o “advogado” lançou a bomba: “Isto diz-lhe alguma coisa? Cai, cai, cai, cai, cai?”
A arena inteira explodiu.

Nesse momento, a batida de “Not Like Us” — a faixa diss de Lamar que liderou as tabelas — entrou em ação com energia sísmica. A multidão explodiu em aplausos, gritos e cânticos, reconhecendo instantaneamente a natureza selvagem do que acabara de acontecer. A encenação jurídica foi uma armação, uma provocação perfeitamente executada às tensões recentes no mundo do rap, especialmente visando a rivalidade contínua de Kendrick com Drake.
“Not Like Us”, já um hino viral e favorito dos fãs, ganhou ainda mais poder com esta revelação ao vivo. A atuação que se seguiu foi nada menos que explosiva. Kendrick, vestido todo de preto, caminhava pelo palco com fúria controlada enquanto cantava compasso após compasso, cada palavra carregada de peso e precisão.

Os fãs nas redes sociais enlouqueceram, com clipes da introdução do interrogatório a inundarem o X (antigo Twitter), TikTok e Instagram em poucos minutos. Muitos elogiaram o rapper não só pela sua prestação, mas pela sua capacidade de transformar uma ofensa num momento teatral de arte e desafio.
“Só o Kendrick poderia transformar uma luta numa estreia ao nível da Broadway”, tweetou um utilizador.
“Isto não foi apenas um concerto — foi uma narrativa, foi uma guerra”, escreveu outro.
Kendrick Lamar sempre foi conhecido por incorporar temas profundos, comentários culturais e narrativas pessoais no seu trabalho. Mas este momento em Minneapolis mostrou outra faceta: o seu talento para o drama, o seu sentido de humor e o seu desejo de deixar um legado não só como rapper, mas como artista visionário.
À medida que os bilhetes para o Grand National Tour continuam esgotados em todo o país, os fãs perguntam-se agora que surpresas Kendrick tem reservadas para as próximas cidades no mapa. Uma coisa é certa: ninguém o faz como ele.
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